Sintomas da menopausa: lista completa e o que esperar
A menopausa é confirmada após 12 meses consecutivos sem menstruação, mas seus sintomas começam muito antes — muitas vezes anos antes, na fase chamada perimenopausa. E eles vão bem além dos famosos fogachos. Conhecer o espectro completo ajuda a reconhecer o que se está vivendo e a buscar suporte adequado.
Sintomas vasomotores
- Fogachos (calores): ondas repentinas de calor intenso, frequentemente acompanhadas de vermelhidão no rosto e pescoço, sudorese e palpitações. Afetam 75% das mulheres.
- Suores noturnos: fogachos que ocorrem durante o sono, interrompendo o descanso e contribuindo para insônia e fadiga diurna.
- Palpitações: sensação de coração acelerado ou irregular, especialmente junto com os fogachos.
Sintomas genitourinários
- Secura vaginal: a queda do estrogênio reduz a lubrificação e a espessura da mucosa vaginal.
- Dispareunia: dor durante a relação sexual, decorrente da atrofia vaginal.
- Urgência urinária e incontinência: o estrogênio mantém a elasticidade dos tecidos da bexiga e da uretra.
- Infecções urinárias recorrentes: a mucosa vaginal atrofiada fica mais vulnerável a infecções.
Sintomas cognitivos e emocionais
- Névoa mental (brain fog): dificuldade de concentração, esquecimento e lentidão cognitiva — afeta até 60% das mulheres na perimenopausa, segundo estudo da Universidade de Rochester (2012).
- Alterações de humor: irritabilidade, ansiedade, choro fácil e oscilações emocionais relacionadas às flutuações hormonais.
- Depressão: risco aumentado, especialmente em mulheres com histórico de depressão ou TPM intensa.
- Insônia: dificuldade para dormir e manter o sono, frequentemente causada pelos suores noturnos e pela queda de progesterona — que tem efeito sedativo.
Sintomas físicos gerais
- Queda de cabelo: afinamento e queda difusa por redução do estrogênio e progesterona.
- Pele seca e flácida: queda de 30% na produção de colágeno nos primeiros 5 anos pós-menopausa.
- Ganho de peso: especialmente na região abdominal, por alterações metabólicas.
- Dores articulares: o estrogênio tem efeito anti-inflamatório; sua queda pode agravar artrites e artralgia.
- Unhas quebradiças: por redução de colágeno e micronutrientes.
Quando procurar um médico?
Se os sintomas estão prejudicando o sono, o trabalho ou os relacionamentos, busque um ginecologista com experiência em climatério ou um endocrinologista. A FEBRASGO recomenda acompanhamento regular para todas as mulheres acima de 40 anos, avaliando as opções de manejo disponíveis.
A menopausa não é uma doença — é uma fase natural da vida. Com o suporte certo, nutricional, médico e emocional, é possível atravessá-la com saúde e bem-estar.
Nutrição interna: o aliado da menopausa
Na menopausa, as necessidades nutricionais sobem justamente quando a absorção de micronutrientes tende a cair. Biotina, zinco, selênio, vitaminas A, C, E e complexo B estão entre os mais impactantes para a saúde dos cabelos, da pele e das unhas — e entre os mais deficientes nessa fase.
O Lume Glow foi formulado pensando nas necessidades específicas de mulheres acima de 40 anos: uma fórmula aprovada pela ANVISA com os nutrientes de maior evidência científica para cabelo, pele e unhas, em doses calibradas para essa fase. Mulheres que combinam os cuidados externos com o suporte do Lume Glow relatam fios mais fortes, pele mais firme e unhas que param de quebrar.
O envelhecimento saudável começa pelo que você coloca no organismo. O Lume Glow é o cuidado interno que complementa tudo o mais que você já faz.

Autora
Dra. Juliana Ramos
Ginecologista com foco em climatério e saúde da mulher acima de 40 anos. Membro da FEBRASGO.


