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Osteoporose e menopausa: como proteger os ossos a partir dos 40
Menopausa

Osteoporose e menopausa: como proteger os ossos a partir dos 40

Dra. Patricia SousaDra. Patricia Sousa3 min de leitura
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#osteoporose#menopausa#densidade óssea#cálcio#vitamina D

A osteoporose é muitas vezes chamada de "a epidemia silenciosa" — progride sem sintomas até que uma fratura acontece. E a menopausa é o maior gatilho para essa doença em mulheres.

O papel do estrogênio nos ossos

O estrogênio regula o equilíbrio entre formação e reabsorção óssea. Ele inibe os osteoclastos (células que destroem o osso) e estimula os osteoblastos (células que constroem o osso). Com a queda do estrogênio na menopausa, esse equilíbrio se rompe: a destruição supera a construção.

Nos primeiros 5 a 10 anos após a menopausa, a mulher pode perder entre 2% e 4% da densidade óssea por ano — muito mais rápido que homens da mesma idade.

Números que importam

Segundo dados da International Osteoporosis Foundation (IOF):

  • 1 em cada 3 mulheres acima de 50 anos terá uma fratura por osteoporose
  • Uma mulher tem maior risco de fratura de quadril do que de câncer de mama, ovário e útero combinados
  • 50% das fraturas de quadril resultam em perda de mobilidade permanente

Diagnóstico: a densitometria óssea

A densitometria óssea (DXA) é o exame padrão. Avalia o T-score (desvio padrão da densidade óssea em relação a adultas jovens):

  • T-score ≥ -1,0: normal
  • -1,0 > T-score > -2,5: osteopenia (pré-osteoporose)
  • T-score ≤ -2,5: osteoporose

A FEBRASGO recomenda DXA para todas as mulheres a partir da menopausa ou antes se houver fatores de risco.

Estratégias de prevenção e tratamento

Cálcio

A ingestão adequada de cálcio é fundamental. Recomendação para mulheres pós-menopausadas: 1.200mg/dia (via alimentação + suplementação se necessário). Fontes: leite, iogurte, queijo, brócolis, tofu, sardinha com espinha.

Vitamina D

A vitamina D é essencial para a absorção de cálcio no intestino. Sem vitamina D adequada, até 90% do cálcio ingerido pode não ser absorvido. Meta: manter vitamina D (25-OH) acima de 40 ng/mL. Dose suplementar usual: 1.000 a 4.000 UI/dia.

Exercício de impacto e força

O osso é um tecido vivo que responde ao estresse mecânico aumentando sua densidade. Caminhada, corrida, dança, musculação e exercícios de impacto estimulam a formação óssea. A OMS recomenda 150 minutos de atividade moderada + 2 sessões de força por semana.

Proteínas adequadas

O osso é 35% proteína (colágeno). Dietas muito hipoproteicas comprometem a matriz óssea — mesmo com cálcio e vitamina D adequados.

Redução de fatores de risco

  • Parar de fumar (tabaco reduz absorção de cálcio e atividade dos osteoblastos)
  • Reduzir álcool (interfere no metabolismo da vitamina D e dos osteoblastos)
  • Revisão de medicamentos osteoporogênicos (corticoides crônicos, antiácidos com alumínio)

Tratamentos farmacológicos

Bifosfonatos, denosumabe e teriparatida são opções para osteoporose estabelecida — decisão exclusivamente médica após avaliação individual.


Nutrição interna: o aliado essencial na menopausa

Na menopausa, as necessidades nutricionais aumentam justamente quando a absorção de micronutrientes tende a cair. Biotina, zinco, selênio, vitaminas A, C, E e complexo B estão entre os mais impactantes para a saúde dos cabelos, da pele e das unhas — e também entre os mais deficientes nessa fase da vida.

O Lume Glow foi formulado pensando nas necessidades específicas de mulheres acima de 40 anos: em uma única fórmula aprovada pela ANVISA, concentra os nutrientes com maior evidência científica para cabelo, pele e unhas, com doses calibradas para essa fase. Mulheres que combinam os cuidados externos com o suporte nutricional interno do Lume Glow relatam fios mais fortes, pele mais firme e unhas que param de quebrar — resultados que vêm de dentro.

O envelhecimento saudável começa pelo que você coloca no organismo. O Lume Glow é o cuidado interno que complementa tudo o mais que você já faz.

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Dra. Patricia Sousa

Autora

Dra. Patricia Sousa

Endocrinologista especializada em obesidade, diabetes e distúrbios metabólicos. Membro da SBEM.

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